Por que não fazer um empréstimo com agiota?

Na hora em que a situação aperta, muitas pessoas recorrem a dinheiro emprestado para colocar a situação em ordem. No entanto, por diversos motivos, algumas delas não conseguem crédito nos meios tradicionais (como nos bancos e outras instituições financeiras) e, com isso, recorrem ao serviço de agiotas. Apesar de parecer uma solução fácil para resolver problemas financeiros, um empréstimo com agiota não é uma boa ideia. Quer entender o porquê? Explicamos neste texto os principais riscos envolvidos nessa opção. Boa leitura!

Agiotagem é crime

A agiotagem é a concessão de empréstimos que burlam o mercado legal de crédito. Os agiotas se valem disso para emprestar dinheiro de forma supostamente mais fácil e rápida. Os alvos deles costumam ser pessoas com problemas financeiros que precisam de dinheiro em um curto espaço de tempo ou que estão impossibilitadas de contratar crédito por causa de restrições cadastrais. Todavia, essa aparente facilidade é ilusória, principalmente porque a agiotagem é crime de acordo com diversas leis. A irregularidade é considerada infração contra a economia popular prevista no artigo 4 da lei 1521/1951 e prevê prisão de 6 meses a 2 anos para quem a comete. Outra lei que condena a agiotagem é a número 7.492/1986, que estabelece como crime a concessão de empréstimo sem a autorização do Banco Central. A punição prevista varia entre 2 e 8 anos de prisão.

Os juros são abusivos

Se não bastasse a ilegalidade, quem pega dinheiro com agiotas precisa lidar com juros extorsivos. Como os agiotas não estão preocupados em prestar um serviço competitivo e sim em enriquecer, eles aproveitam a vulnerabilidade das pessoas que os procuram para elevar as taxas cobradas a níveis absurdos. Enquanto bancos e instituições financeiras mantém os juros levando em conta a taxa SELIC e o serviço prestado, agiotas cobram taxas que praticamente dobram o valor emprestado em apenas um mês.

Não há fiscalização

Obviamente não há nenhuma regulação das atividades dos agiotas, ao contrário do que acontecem com empresas que respeitam a legislação. Desse modo, além dos juros sem qualquer conexão com realidade, os agiotas se aproveitam para exigir bens como garantia dos empréstimos, alterar o que foi acordado a qualquer momento (uma vez que geralmente não há contrato formal da operação) e recorrer a métodos agressivos de cobrança em caso de atraso. Para completar, quem empresta o dinheiro não tem como saber se a origem do recurso é legal, está sujeito a golpes e não pode recorrer aos órgãos fiscalizadores (como o Banco Central ou o Procon) em caso de problemas.

Opções legais oferecem segurança e melhores condições

Como ficou claro ao longo do texto, agiotas nunca são uma boa opção. Os riscos não justificam a necessidade de pegar dinheiro emprestado com eles, ainda mais quando existem boas alternativas no mercado. Por isso, escolha sempre opções legais e seguras. Além de empréstimos em bancos tradicionais e crédito consignado, as empresas de empréstimo online merecem ser consideradas por quem está precisando de dinheiro. Elas unem praticidade, taxas competitivas e um excelente atendimento, algo impossível em um empréstimo com agiota.

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